Perdi as contas das vezes que senti meu corpo arquejar, senti aquela sensação subir a espinha e fazer-me curvar perante riscos.
- um frio ágil, tomando-me as mãos e fazendo com que largasse, como copo de vidro ao chão, todos os motivos que tinha para continuar.
Parei de contar também as vezes que submeti a dor de pisar nos cacos e sentir a dor lancinante do ‘E SE EU TIVESSE ARRISCADO’.
Só precisei de um golpe para que a incerteza se lançasse sobre mim duas vezes. Era agora observadora desses fatos que nos tornavam meros humanos.
E quantas vezes haveria de cair para lembrar que se eu arriscasse poderia acertar ou não?
E quanto tempo demoraria para entender que na desistência só existe derrota?
O que nos torna humanos dignos mesmo depois da queda é a coragem de pisar no chão com os pés costurados. É saber que pode doer, mas sempre tem que haver ‘a’ tentativa e o aprendizado com as tentativas anteriores.
na foto (re)editada, minha friend Layla Amarante
Mylena *—-*
(Source: maisqvermelho)




























